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terça-feira, 19 de julho de 2011

Um tempo de você em mim...


 
Assim sou eu

Sem você

Pagando para ver

Denotando vida

Almejando o prazer

Sem seus beijos

Mas também sem angústia

Com saudade

Prezando a leveza

Antes, utopia

Hoje, gratidão

Lembranças vivas

De um tempo de você em mim

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O diálogo do "se"...



 
Se eu ainda penso em você?

Sim. Demais... demais... demais... Até mais do que deveria!


Se te amo tanto quanto afirmei esse tempo todo?

Por favor, não tenha dúvidas! Apenas precisei curar minha alma do vício e, aos poucos, estou entendendo meu papel nessa história toda!


Se fomos feitos um para o outro?

Você sabe que não. Que esse relacionamento, além de improvável, é impossível demais para ser verdade. E você precisa compreender isso, do mesmo modo que eu me obriguei a entender!


Se continuarei te dando carinho?

Claro! Você merece afeto em abundância e me faz bem te ver feliz... Além do mais, qualquer resposta sua já abre um sorriso imenso dentro de mim!


Se aprendi algo com você?

Muita coisa. Aliás, eu nem conseguiria descrever aqui quantos ensinamentos você me trouxe. Mas agora preciso aprimorar ainda mais esse nível de aprendizado. Sei que você confia em mim e também espera por isso. Vou conseguir!


Se sinto falta do seu abraço que nunca tive?

Nossa... e quanto! Porém, hoje minha alma fala baixinho e não se atormenta mais pela distância. Ela sabe que tudo virá no momento certo. E, quando vier, será amistoso, gentil e suave!


Se foi culpa sua?

Não. Nem minha. Tivemos responsabilidade, o que é bem diferente. Mas, aos poucos, vamos aparando as arestas e transformando tudo em leveza! Juntos, certamente chegaremos lá – ainda que cada um esteja no seu canto.


Se eu vou ficar bem?

Também me pergunto isso, sempre. E, a cada amanhecer, repito: “Hoje eu só quero que o dia termine bem...” Tem dado certo, pois você permanece em meu coração, mesmo sem estar fisicamente comigo!

Se existe amor além da vida?

Acredito que sim. Porque, em meio a altos e baixos, achados e perdidos...  

... encontrei você!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Volto já!



Ei! Espera...

Vou ali, mas logo volto!

Preciso encontrar e revelar a mim mesma 
este turbilhão de vida 
que se espalha por meu corpo...

Vou somente até a esquina, 
mas te levo comigo no coração...

Minha partida será breve... 
Tanto quanto foi minha chegada em teu caminho!

Quero vestir-me, 
despir-me 
e encantar-me na luz do teu calor, 
que ainda (ah... doce ironia!) é meu único alimento!

Será que tu prometes aguardar por mim?

Cansei de implorar por tua saudade... 
Caso eu demore um pouco mais, 
quem sabe aumentes a ânsia em me encontrar!

Mas, lembra-te: 
meus desejos vão além do que olho,
penso e necessito...

Preciso de ti! Tanto e sempre... 
Como nunca precisei de mim!


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Se eu tivesse...


Se eu tivesse plumas, envolveria cada uma delas em seu corpo feito preciosidade, para que ele não fosse jamais confundido com diamantes baratos...

Se eu tivesse mármore, pintaria os trechos de sua pele, ousando carícias e imaginando um amanhã de plena felicidade...

Se eu tivesse rosas, distribuiria as pétalas em torno de seu rosto, beijando-o com vontade e aquecendo suas faces macias...

Se eu tivesse sonhos, dedicaria o enredo deles a pensar em você, aquecendo minha vida com a luz que emana de seu abraço...

Se eu tivesse asas, deixaria tudo de lado e voaria até sua morada, que já se tornou meu recanto porque lá existe você!

quarta-feira, 9 de março de 2011

"Vou deixar a rua me levar..."




 Se eu pudesse tocar sua alma...
Você me entenderia nas entrelinhas?

E se eu te pedisse mais um pouco de carinho...
Você perdoaria meus deslizes?

Talvez sim... Talvez não! 
Mas os pensamentos insistem em me rodear...

Já não sei se está perto ou se teve que partir...
Há tanta vida lá fora além de nós!

O fato é que nunca sei quando te terei de volta...
Nem o tempo que pode durar nosso abraço!

Quando olho para os lados, você já fugiu...
E quem sou eu para querer te prender?

Estou de saída, perdão...
Nosso tempo já se acabou!

Sou grata pela permissão de te amar...
Mas preciso acalentar minha dor!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

A falta que você me faz...



Peço licença para dedicar este post à querida amiga Helinha, que está ausente da internet e tem nos provocado imensa saudade!


"E aqui dentro de mim você demora... Já tornou-se parte mesmo do meu ser!"

A sua falta dentro de mim já é tamanha
Que não cabe em letras, canções ou poemas...
É pura, doce e tão intensa
Para amansá-la, bastaria um abraço, apenas!

Mas, também, de nada adianta
Abraçar-me e, em seguida, ir embora...
Quando você tarda a voltar
Meu coração se cansa e o peito chora!

Por favor, envie-me um sinal
Uma carta, um sorriso, uma flor...
Não me deixe aqui, sem rumo
Lembre-se do quão grande é meu amor!


Depois disso, acho que é hora de voltar, né Helinha?

Te esperamos ansiosamente, todos os dias!