Por Sil Villas-Boas
Tatue
Minha pele na tua.
Pinte
Tua nuance vermelha
Em meu corpo.
Sussurre devagar
Essa lascividade de tua língua
Em fogo.
Verseje em mim
A paixão que te consome
Que nos consome inteiros
Neste jogo íntimo.
Os versos íntimos que poetizamos
Nos enlevam e nos levam pro alto
Somos mãos, pernas,
dorsos e seios em desejo.
Somos o suar,
o sorver,
o suspirar.
Somos nossa bendita
e inifinita sede
saciada.
Vem e nos vence,
o cansaço
E traz o encontro
do teu olhar no meu.
Tatue
Minha pele na tua.
Pinte
Tua nuance vermelha
Em meu corpo.
Sussurre devagar
Essa lascividade de tua língua
Em fogo.
Verseje em mim
A paixão que te consome
Que nos consome inteiros
Neste jogo íntimo.
Os versos íntimos que poetizamos
Nos enlevam e nos levam pro alto
Somos mãos, pernas,
dorsos e seios em desejo.
Somos o suar,
o sorver,
o suspirar.
Somos nossa bendita
e inifinita sede
saciada.
Vem e nos vence,
o cansaço
E traz o encontro
do teu olhar no meu.

